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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Perspectiva 2018 !

Tenho percebido que abrir cartas para ver o futuro não tem feito parte da minha rotina de cartomante.

Eu sempre acho delicado quando falamos sobre acertar e errar na tiragem, pois definimos bons cartomantes como aquele que é muito assertivo e por isso ficamos tentando acertar ao invés de ir para o que de fato interessa: a mudança que a pessoa está pedindo para fazer em sua vida.

O fato é que eu percebo MUITA incerteza nossa, dos cartomantes, sobre o acerto. E mesmo assim continuamos trilhando o mesmo caminho, criando solução para isso, como trazer feedback ou coisa do tipo para saber se você está no caminho certo ou não.

Vamos imaginar que antigamente só existia a intuição, aí de alguma forma a intuição deixou de ser suficiente, então veio o estudo e o estudo agora é que não é mais suficiente... e a resposta que temos é: estude mais, precisa de mais estudo! E paramos aí... viramos seres muito estudados com dúvidas e medo de errar. O futuro já não interessa mais porque saber sobre ele não muda nada de fato.

Mas e agora, não vem nada depois?

Na minha perspectiva, está chegando o momento em que precisamos olhar mais para o presente do que para o futuro.

As cartas vieram, nessa nova fase (minha) para auxiliar e MUDAR a pessoa internamente. Trazer a ela insights, luz de dentro da alma dela para a consciência dela, e assim, aliada a energia envolvida no momento, fazer com que ela saia da consulta transmutando a própria vida a cada passo que ela dá.

Sinto, ainda, que uma hora as cartas vão ser desnecessárias, pois o que interessa mesmo na leitura (para mim) é o que está por trás dos símbolos. Os símbolos são só auxiliadores da intuição, mas por trás deles há a energia, uma essência, e é ela quem lemos em um jogo de cartas, é ela (para mim) que de fato interessa. É ela quem nos dá elementos e informações que os símbolos às vezes não conseguem.

Portanto, uma hora ou outra, creio que passaremos (de novo, para mim rs) a ler somente a energia sem o auxílio dos símbolos.

Se a intuição "erra" e os estudos não estão dando conta, então vem a abertura de consciência e ampliação da nossa visão para perceber o sutil.

Sabemos tudo o que precisamos saber para convidar a nossa vida a caminhar bem, só estamos desacostumados a olhar para essa fonte de conhecimento porque precisamos ainda de ferramentas auxiliadores que nossa razão possa compreender.

E não há problema nenhum nisso. Não é evolução e nem nada, é apenas uma perspectiva que está se abrindo aos meus olhos e que tenho tido interesse de começar a desenvolver e compartilhar.

Ser humano na empresa mundo

"Depuis petit, il disait qu'il ne parlait pas forcément le portugais, ni le français. Il maîtrisait énormément la langue de l'amour".

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Anos depois me deparo com a frase acima e eis que ela vem se adequar perfeitamente com minha fase.

Quando o ano vira parece que sentimos a necessidade de organizar algumas coisas e eu senti que precisava arrumar minha pluralidade professor/cartomante/terapeuta/escritor/amante de contos de fadas/etc.

Quando me deparo com alguma "crise" eu olho para ela e não para a solução.

E disso nasceu um exercício envolvendo contos de fadas.

Peguei meu conto favorito desde criança, a Pequena Sereia, e vi nossa familiaridade entre o metade peixe e metade humana dela com as minhas metades (cartomante, professor, etc).

Lembrei que Ariel escolhe ser só humana, e percebi que eu tenho buscado minha vida toda por ser só humano também, sentindo necessidade de escolher um lado, não podendo ser mais os dois.

Imaginei Ariel vivendo como humana para sempre, longe do mar e com a possibilidade de nunca mais ser sereia. Eu sei que as coisas mudam e adoro mudanças, mas ser sereia nunca ia deixar de fazer parte dela, ela ia sentir falta... mas se ela fosse só sereia, ela também ia e privar de conhecer outro mundo e de viver outras experiências... e ser humana também fazia parte dela.

Então olhei para a minha pluralidade e a acolhi. Tirei o peixe e tira o humano, e o que sobrou disso tudo? A essência... Então notei que não sou nenhuma das minhas pluralidades, existe uma essência que me leva a essas pluralidades. E essa essência é algo que não dá para definir, é apenas uma sensação. Porém, como nós (e nosso cérebro) gostamos de definição, poderia arriscar dizer que ela é o compartilhamento de experiências, de vivências, de vida, de amor, de carinho, acolhimento... e tudo isso me leva as "profissões" que sigo.

Fiz um exercício parecido envolvendo vocação profissional e foi muito legal!!!

Quem quiser se aventurar comigo em qualquer uma das minhas áreas, fique à vontade para escrever. Passaremos bons momentos juntos, como diz a frase acima (nem português e nem francês, mas o amor)... o resto é só consequência... ^.^

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Estudo de tiragem #2

A pergunta foi simples: como será o meu dia hoje?

E a resposta foi bem improvável, o que me possibilitou uma oportunidade de estudo.

7 serpente + 18 cão + 17 cegonha

Esse trio me deixou muito confuso. Eu havia interpretado que alguma mudança nas minhas amizades poderia acontecer, algo me dizia que havia "fofoca", falácia no meio disso tudo, o que me deixou preocupado porque para mim isso não fazia sentido, não poderia imaginar nenhuma mudança nas minhas amizades. Porém, como tinha cegonha e ela nos mostra o imprevisto, fiquei com receio.

Respirei fundo, fechei o jogo e fui viver o dia pensando nisso. Até que um fato aconteceu e me veio imediatamente a tiragem em minha cabeça.

Uma amiga virou para mim do nada e contou que foi divulgar alguns cursos com a coordenadora, e ela disse que fez vários elogios ao que eu tinha criado, incentivando que os alunos se inscrevessem nele. 

Quando ela me contou isso, fiquei surpreso porque não imaginava que ela estivesse com tanta vontade de que ele desse certo, pois para mim isso era indiferente.

Consegui analisar, então, que a cobra traz a falácia, e o cão, uma falácia "bondosa", algo bom sendo falado sobre mim de forma imprevista (cegonha).

E foi exatamente isso o que aconteceu, né? As cartas são realmente incríveis!

Continuarei com esse estudo diário, pois nota-se que essas tiragens são excelentes oportunidades de estudo, pois vamos vendo na prática como o baralho está se comunicando com a gente e quais lições ele pode nos dar. ;)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Estudo de Tiragem #1


É muito legal ver o quanto as cartas falam com tão pouco.

Ao ver que a intuição seria sobre algo artístico, eu tinha ficado na dúvida, pois para mim racionalmente não fazia sentido por vários motivos.

Então, tempos depois da tiragem, me veio uma vontade de fotografar um baso de flor que ganhei de um casamento e logo isso me levou a um texto.

(veja tudo aqui)

Ou seja, o dia foi cheio de intuições e inspirações artística, eu só tinha me esquecido que escrever também é uma  arte.

As cartas falam muito gente, muito mesmo!!! É só termos calma e paciência para as olharmos com carinho e atenção. Com o tempo e prática, isso vai ficando natural e a razão tanto quanto a intuição trabalham de forma sincronizada que mal percebemos quem é quem no decorrer do jogo. Apenas deixamos a mensagem vir...

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A aula do sr lixo


Enquanto eu comia uma barra de chocolate no caminho de volta para casa, procurava uma lixeira na qual pudesse jogar a embalagem fora. 

No meio do caminho, vi um bueiro todo entupido de lixo.

Meu primeiro impulso foi de jogar o meu papel lá, mas lembrei que sou ~bom cidadão~ e acabei não jogando. Ainda no caminho, fiquei me perguntando por qual razão eu teria sentido aquele impulso.

Percebi, então, que como já tinha lixo ali, não faria nada mal jogar mais. Senti como se existisse um campo sendo formado naquele espaço de bueiro para virar lixeira.

É mais ou menos como quando você entra em um lugar silencioso e tenta não faz barulho para compor o ambiente. Há uma atmosfera que convida você para fazer parte dela...

Para ilustrar isso melhor, lembrei de um dia em que eu tinha colocado um livro na mochila para ler no metrô.

Ao entrar no vagão, vi uma moça lendo, e apesar da minha preguiça, acabei pegando o livro para iniciar a leitura. Tempos depois, a pessoa que estava de pé ao meu lado também tirou seu livro da bolsa e começou a ler.

Achei essa experiência curiosa. 

Quanto será que nós influenciamos e somos influenciados pelo nosso meio ambiente?

E mais, e se por acaso nós passássemos a mudar nosso comportamento? Será que o comportamento de outras pessoas também seria capaz de mudar?

Sempre que vejo alguém julgando ou querendo mudar uma pessoa, eu acredito que o problema está em quem julga mais do que no julgado.

O bom disso (porque dói muito assumir nossas imperfeições) é que isso não precisa ser visto como algo maligno, porque não existe bom e nem ruim, pelo que tenho vivenciado até o momento, o que existe é o fluxo e a interação entre os dois.

Só cabe a nós acolhermos e aceitarmos o que consideramos hoje como imperfeição, sem fugir dela e nem se crucificar por isso, apenas respeitando quem estamos sendo.

Se respeitarmos a nós mesmos, quem sabe assim passamos também a respeitar mais o nosso meio ambiente e todos aqueles que vivem nele, não é mesmo?

E isso não é nenhuma solução, muito menos uma sugestão, é apenas um texto inspirado na aula do sr lixo.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

INDICAÇÃO DE CANAIS, PAGINAS E LIVROS DE ESTUDO!

(imagem google)

A pedidos, colocarei aqui os que eu mais visito e sigo, porém, gostaria que ficasse claro que provavelmente existam muitos outros canais, livros e páginas que fazem um excelente trabalho, eu só ainda preciso conhecer! rsrs

Portanto, marque aqui alguma página ou canal que você goste para que possamos compartilhar fontes de conhecimento

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Tânia Durão: Toda a sua obra e seu canal
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Karla Souza (escola européia):
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Alexander Lepletier (escola européia):
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Caminho das cartas (escola européia):
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Sorte Lenormand (genial por sua diversidade de profissionais):
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Helen Carvalho (mesa real):
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O Gato Místico (tarot mitológico):
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Gisele Cristina Laranjeira (mitologia, tarot egípcio e jung):

domingo, 5 de novembro de 2017

Lar


Lar. Todos nós queremos ter um para nos proteger da chuva.

Para receber as pessoas que entram e saem das nossas vidas.

Ou para ter onde voltar depois de um dia lotado de trabalho....

O lar serve para muitas coisas, como nos proteger dos vilões que moram do lado de fora.

E nos sentirmos seguros.

Ele só não consegue nos proteger dos sentimentos amargos que aparecem domingo à noite.

Das brigas com os vizinhos.

Nem do vilão que mora dentro de nós.

É... a casa serve para muita coisa.

E garantir que sempre estaremos seguros definitivamente não é uma delas.